Ginecomastia: dúvidas comuns sobre o tratamento

mulher segurando as mamas
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Março 23, 2016
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homem sem camisa

Embora a mama masculina muito desenvolvida não seja considerada doença, trata-se de um problema que abala a autoconfiança de alguns homens.

O tratamento para ginecomastia é a cirurgia plástica, que envolve diversas etapas, do pré ao pós-operatório. Este artigo responderá às dúvidas mais comuns sobre esse procedimento cirúrgico.

Como é o preparo para cirurgia de ginecomastia?

É comum pedir ao paciente para

  • Fazer exames de laboratório ou avaliação médica.
  • Tomar certos medicamentos ou ajustar os atuais.
  • Parar de fumar bem antes da cirurgia.
  • Evitar tomar aspirina, anti-inflamatórios e medicamentos naturais, pois podem aumentar o sangramento.

Como é a anestesia?

Aplicada para levar conforto ao paciente durante a cirurgia de ginecomastia, a anestesia pode ser:

  • Sedação intravenosa: o paciente dorme durante o procedimento.
  • Anestesia geral: o paciente fica incapaz de sentir dor.

O médico é quem recomenda a melhor opção de acordo com o contexto.

Como é o pós-operatório e recuperação?

Após a cirurgia, o médico cobrirá os cortes com curativo e usará bandagem elástica ou malha para dar sustentação à mama operada. Pode haver a necessidade de drenar qualquer excesso de sangue ou fluídos que se acumulem sob a pele.

Na recuperação, surgem edemas nos primeiros dias, que logo somem. Além disso, há falta de sensibilidade que pode durar até um ano.

Assim como qualquer cirurgia plástica, ficam cicatrizes posicionadas da maneira mais discreta possível.

Como se define o preço?

É proibido divulgar preços de procedimentos cirúrgicos em meios de comunicação em massa, como a internet.

Uma das razões para tal regra é o alto grau de variação que um preço pode sofrer ao longo do processo. O custo pode incluir:

  • Honorários do cirurgião;
  • Custos hospitalares e de centro cirúrgico;
  • Honorários do anestesista;
  • Medicamentos prescritos;
  • Malhas de uso no pós-operatório;
  • Exames médicos.

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